evolução do trabalho

 

tudo começou com desenhos de observação e exploração artística bem experimental de novos materiais e suportes

 

fotografia preto e branco

foi através da fotografia que fortaleci o questionamento sobre suporte, e o que cada processo entregava de valor ao meu trabalho. com a fotografia pb, exerci o trabalho de intervir com cores após revelar, e percebi que tinha uma relação direta com os trabalhos de intervenção urbana, como o graffiti. os artista alegam que intervém com cores em uma cidade cinza, e eu tinha uma foto cinza e fazia intervenções com cor em cima

 

surgimento de um personagem

no contexto de fotografia, questionei a minha própria imagem, que poderia ser qualquer outra pessoa, ou nenhuma. comecei então a trabalhar com aquela figura, que retratava um indivíduo qualquer, e explorei diferentes cenários e comportamentos, dele sozinho, e com outros indivíduos …

 

realidades

com a criação desse personagem, comecei a buscar qual seria seu universo ou sua realidade. vi que poderia retratar diferentes realidades, que podem se cruzar ou não, que podem ser lúdicas e distantes de uma realidade. poderia retratar as bolhas da sociedade, o individualismo. tudo explorado ainda de forma pb em busca de estudar e trabalhar variações de formas e cenários…

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a busca pela cor

após trabalhar com cenários pb, comecei a buscar pelas cores novamente, tanto em suportes como papel e também digitalmente, onde poderia explorar cores mais vivas, recursos como degradês etc.

 

papel como suporte principal

o papel é o meu principal suporte de uso nos trabalhos atualmente.
isso se deve ao questionamento durante o processo digital, na qual se trabalha em layers (camadas), e vi que poderia reproduzir as camadas fisicamente, com papel.

trabalhar com papel e colagem, possibilita uma infinidade de novas combinações e resultados artísticos

 

instalação artística